Não, não estou falando de conteúdo impróprio para menores, mas é quase isso.
Recentemente a obscura Bit9 publicou um estudo afirmando que o navegador Mozilla Firefox pode ser considerado o aplicativo mais vulneráveis de 2008 (somente a versão para a plataforma Windows foi coberta pelo estudo).
Ocorre que a principal premissa do teste realizado pela Bit9 é no mínimo inconsistente. Pode-se até mesmo considerá-la mal-intecionada.
Eu explico:
A avaliação da Bit9 considera apenas o número de vulnareabilidades relatadas para os softwares avalidados. Não leva em conta quantas delas foram corrigidas e nem mesmo a velocidade com que isso ocorreu (a correção).
Sendo assim penaliza quem adotou um processo mais transparente de desenvolvimento do software. Baseado nessa premissa equivocada projetos open source seriam potencialmente mais vulneráveis que software de código-fonte fechado e ponto final. Bobagem não é mesmo?
Mas quem será que está por trás do tal estudo? Quem o financiou?
Infelizmente mais uma vez quem mordeu a isca lançou o hoax na Internet foi o jornalista Carlos Machado da Info.
Leia aqui como a Mozilla se manifestou oficialmente a esse respeito.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Google reconsidera e abre espaço para mais licenças open source
Google volta atrás e passa a permitir a hospedagem de projetos sob a Mozilla Public License e Eclipse Public License no Google Code.
Segundo Chris DiBona (Open Source Program Manager do Google) a maneira como a empresa passou a enxergar essas licenças mudou. Antes havia uma preocupação bem maior em desencorajar a proliferação de licenças open source.
Hoje, segundo DiBona, a saúde da comunidade em torno do Eclipse e o enorme interesse de grupos em utilizar a MPL para, por exemplo, permitir o desenvolimento de adições ao Firefox e a outros projetos da Mozilla, forçaram o Google a reconsiderar sua posição.
Leia a notícia no Cnet News.
Segundo Chris DiBona (Open Source Program Manager do Google) a maneira como a empresa passou a enxergar essas licenças mudou. Antes havia uma preocupação bem maior em desencorajar a proliferação de licenças open source.
Hoje, segundo DiBona, a saúde da comunidade em torno do Eclipse e o enorme interesse de grupos em utilizar a MPL para, por exemplo, permitir o desenvolimento de adições ao Firefox e a outros projetos da Mozilla, forçaram o Google a reconsiderar sua posição.
Leia a notícia no Cnet News.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Ei Microsoft, o mundo já não é mais o mesmo!
Balanço do IE7 provoca resposta em massa da comunidade Mozilla (IDG Now!)
É impressionante como a Microsoft pensa que pode moldar a verdade conforme sua conveniência.
O pior (para ela) é que esse tipo de conduta só demonstra o quanto a visão da empresa está defasada em relação a realidade atual do mercado. Crescentemente moldado e influenciado pelo fenômeno da web 2.0.
Nunca na história tanta informação esteve acessível e disponível, praticamente em tempo real. E também não há precedentes quanto a possibilidade de qualquer pessoa ou instituição expressar suas opiniões e conseqüentemente também produzir informação.
É impressionante como a Microsoft pensa que pode moldar a verdade conforme sua conveniência.
O pior (para ela) é que esse tipo de conduta só demonstra o quanto a visão da empresa está defasada em relação a realidade atual do mercado. Crescentemente moldado e influenciado pelo fenômeno da web 2.0.
Nunca na história tanta informação esteve acessível e disponível, praticamente em tempo real. E também não há precedentes quanto a possibilidade de qualquer pessoa ou instituição expressar suas opiniões e conseqüentemente também produzir informação.
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