... e 1984 não seria mais como 1984. Macintosh, 27 anos de inovação!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
O poder das mídias sociais e porque esses blog está às moscas...
Não é de hoje que eu tenho negligenciado a minha dedicação ao blog.
Já vai longe o tempo em que eu tinha entusiasmo e principalmente dedicava mais tempo para postagens regulares aqui. As vezes até mesmo mais de uma vez por dia.
O que mudou? O meu interesse pelos temas abordados no blog? A velha desculpa da falta de tempo? Um arrebatador desinteresse pela Internet ou por compartilhar minhas idéias?
Não, nada disso!
O que mudou mesmo fui eu e o mundo a minha volta. Mudou principalmente a tecnologia disponível... ou melhor dizendo, acessível.
Venho experimentando cada novo serviço e plataforma de publicação e compartilhamento de conteúdo surgida nos últimos anos.
Está ficando cada vez mais prático, ágil e simples interagir através da Internet.
Hoje em dia munido de um smartphone, netbook ou mesmo de um já prosáico microcomputador você é capaz de construir o seu próprio "império pessoal de mídia" e atingir com precisão o seu público alvo como jamais foi possível antes.
Em outras palavras, relevância.
Relevância possível porque estas ferramentas foram desenvolvidas em torno do poderoso conceito das redes sociais.
Você "conversa" com quem te interessa. E quem se interessa por você, ou por aquilo que você tem à comunicar, "conversa" diretamente com você.
Se isso não é relevância o que mais pode ser?
Nesse cenário, um simples blog (post e comentários) já não é suficiente. Eu quero gerar conteúdo e me comunicar e quero fazer uso de multimeios e quero fazer isso a qualquer hora, o tempo todo e de qualquer lugar.
E você?
Eu vou retomar esse assunto na próxima postagem. E agora prometo que isso não vai demorar.
Já vai longe o tempo em que eu tinha entusiasmo e principalmente dedicava mais tempo para postagens regulares aqui. As vezes até mesmo mais de uma vez por dia.
O que mudou? O meu interesse pelos temas abordados no blog? A velha desculpa da falta de tempo? Um arrebatador desinteresse pela Internet ou por compartilhar minhas idéias?
Não, nada disso!
O que mudou mesmo fui eu e o mundo a minha volta. Mudou principalmente a tecnologia disponível... ou melhor dizendo, acessível.
Venho experimentando cada novo serviço e plataforma de publicação e compartilhamento de conteúdo surgida nos últimos anos.
Está ficando cada vez mais prático, ágil e simples interagir através da Internet.
Hoje em dia munido de um smartphone, netbook ou mesmo de um já prosáico microcomputador você é capaz de construir o seu próprio "império pessoal de mídia" e atingir com precisão o seu público alvo como jamais foi possível antes.
Em outras palavras, relevância.
Relevância possível porque estas ferramentas foram desenvolvidas em torno do poderoso conceito das redes sociais.
Você "conversa" com quem te interessa. E quem se interessa por você, ou por aquilo que você tem à comunicar, "conversa" diretamente com você.
Se isso não é relevância o que mais pode ser?
Nesse cenário, um simples blog (post e comentários) já não é suficiente. Eu quero gerar conteúdo e me comunicar e quero fazer uso de multimeios e quero fazer isso a qualquer hora, o tempo todo e de qualquer lugar.
E você?
Eu vou retomar esse assunto na próxima postagem. E agora prometo que isso não vai demorar.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Natal
Que vocês recebam tudo aquilo que pediram para o bom velhinho. E se não receberem não desanimem, acreditem, ele só se atrasou um pouquinho.
Um feliz e abençoado Natal para todos!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O Google é tão fechado quanto a Apple
A guerra de palavras entre os CEOs do Google e Apple tem rendido muitas manchetes, mas de pouco ela serve para revelar a realidade. O Google afirma que o Android é "aberto", enquanto o iOS da Apple é uma plataforma fechada. Por outro lado a Apple dispara que Android é "fragmentado" enquanto que o iOS é "integrado".
Ambos estão corretos no que se refere a Apple, mesmo considerando as diferenças de ponto de vista, mas estão errados com relação ao Google. O Google na realidade é tão "fechado" quanto a Apple. E eu vou explicar aqui o porque.
Mas primeiro, vamos dar uma rápida olhada nessa briga.
Ele disse, Ele disse
Eric Schmidt, o CEO do Google, teve a oportunidade de explicar recentemente na conferência TechCrunch Disrupt porque o iOS é fechado. Falando sobre a Apple ele disse "você é forçado usar as ferramentas de desenvolvimento deles, a plataforma deles, o hardware deles, o software deles - você precisa submeter uma aplicação para obter a aprovação deles - você precisa usar o sistema de monetização e distribuição deles". Isso, segundo Schmidt, "é não ser aberto... o inverso é ser aberto".
Schmidt deu um exemplo de como o Android é mais aberto que o iOS destacando que o Google permite que o Adobe Flash execute em sua plataforma móvel, enquanto a Apple não.
O CEO da Apple, Steve Jobs, rebateu a declaração durante a apresentação de resultados financeiros para os acionistas. E ele fez isso não por discordar do argumento básico de Schmidt, mas por estar em desacordo com sua interpretação e julgamento.
De acordo com Jobs, o iOS não é "fechado", mas "integrado", o que proporciona uma experiência melhor para o usuário. Tanto Schmidt quanto Jobs pensam a mesma coisa, mas discordam quanto a abordagem "fechada" ou "integrada" da Apple e se ela é realmente boa para os usuários.
Apenas o que Jobs não diz é que o Google é cada bit tão fechado quanto a Apple.
Os verdadeiros produtos do Google também são fechados
Os dois CEOs estão comparando o sistema móvel do Google com o da Apple. Essa é uma comparação errada porque sob a perspectiva de negócios Android e iOS não podem ser comparados.
O iOS, assim como o hardware do iPhone, iPod Touch e iPad são produtos que a Apple vende aos seus clientes e cobra por isso. Esse é o negócio da Apple. Na verdade, representam uma enorme fatia da receita e lucro da Apple, a de crescimento mais rápido e importante para o futuro da companhia.
Android por outro lado não é um produto que o Google vende para seus clientes e não faz dinheiro com ele. Android não é um negócio. O verdadeiro negócio do Google é a publicidade - impressionantes 99% da receita do Google são obtidos com a venda de anúncios.
Deixe-me deixar isso ainda mais claro com uma analogia. Donald Trump e o McDonald's, ambos compram terrenos, planejam e constroem. Donald Trump constrói para vender ou alugar. McDonad's constrói para vender fast food.
Nesta analogia a Apple é como Donal Trump. Tanto Apple como Trump investem em algo com o objetivo de vender no final. Google é como o McDonald's. Tanto Google como o McDonald's investem em algo para serem capazes de vender uma outra coisa.
Essas duas companhias são diferentes e aquilo que elas tornam "aberto" reflete exatamente essa diferença. Por exemplo, Trump é bastante cuidadoso com os detalhes envolvendo transações do mercado imobiliário, mas provavelmente ficará feliz em compartilhar informações sobre os detalhes da comida servida em um de seus campos de golfe. McDonald's por sua vez não guarda tanto sigilo a respeito de negociações imobiliárias mas é bastante cuidadoso ou "fechado" com relação aos segredos do preparo de seus molhos.
Em outras palavras, empresas são bastante restritivas, cheias de segredos e controladoras com relação a parte de seus negócios que lhes rende dinheiro.
E o Google é uma empresa como outra qualquer: "fechada" quando o assunto é o seu negócio principal.
AdWords e AdSense são produtos para o Google na mesma medida que o iOS e iPhone são produtos para a Apple.
Schmidt diz que o iOS "não é aberto" porque "você precisa usar as ferramentas de desenvolvimento, a plataforma, o hardware, o software da Apple e seu sistema de monetização e distribuição".
Mas para o Google AdWords você precisa usar as ferramentas do Google, a plataforma deles, o hardware deles, o código deles, o sistema de monetização e distribuição deles.
Desculpe Schmidt, mas isso não é ser aberto. O inverso sim.
Além disso, você tem que obter a aprovação do Google para usar suas palavras-chave. O Google bane do AdWords palavras relacionadas a medicamentos, hacking, redações acadêmicas e outras coisas que o Google decidiu que poluirá o ambiente do AdWords - exatamente como a Apple proíbe aplicativos com motivação equivalente.
Eric Schmidt utiliza o exemplo do Flash para demonstrar que o Google é aberto e a Apple é fechada. Esta não é uma comparação justa. Flash além de afetar a experiência do usuário compete com o modelo central de negócios da Apple, aquele que rende dinheiro para a companhia. E isso não ocorre com o do Google.
A Apple permitir o Flash operar no iOS é comparável ao Google deixar o código do adCenter exibir anúncios e permitir que o dinheiro fique com a Microsoft. O Google jamais deixaria isso acontecer.
Então, da próxima vez que o Google criticar a Apple por "não ser aberta" com relação ao seu "ganha pão", pergunte quando a turma de Montainview vai "proporcionar a abertura" do AdWords.
Ambos estão corretos no que se refere a Apple, mesmo considerando as diferenças de ponto de vista, mas estão errados com relação ao Google. O Google na realidade é tão "fechado" quanto a Apple. E eu vou explicar aqui o porque.
Mas primeiro, vamos dar uma rápida olhada nessa briga.
Ele disse, Ele disse
Eric Schmidt, o CEO do Google, teve a oportunidade de explicar recentemente na conferência TechCrunch Disrupt porque o iOS é fechado. Falando sobre a Apple ele disse "você é forçado usar as ferramentas de desenvolvimento deles, a plataforma deles, o hardware deles, o software deles - você precisa submeter uma aplicação para obter a aprovação deles - você precisa usar o sistema de monetização e distribuição deles". Isso, segundo Schmidt, "é não ser aberto... o inverso é ser aberto".
Schmidt deu um exemplo de como o Android é mais aberto que o iOS destacando que o Google permite que o Adobe Flash execute em sua plataforma móvel, enquanto a Apple não.
O CEO da Apple, Steve Jobs, rebateu a declaração durante a apresentação de resultados financeiros para os acionistas. E ele fez isso não por discordar do argumento básico de Schmidt, mas por estar em desacordo com sua interpretação e julgamento.
De acordo com Jobs, o iOS não é "fechado", mas "integrado", o que proporciona uma experiência melhor para o usuário. Tanto Schmidt quanto Jobs pensam a mesma coisa, mas discordam quanto a abordagem "fechada" ou "integrada" da Apple e se ela é realmente boa para os usuários.
Apenas o que Jobs não diz é que o Google é cada bit tão fechado quanto a Apple.
Os verdadeiros produtos do Google também são fechados
Os dois CEOs estão comparando o sistema móvel do Google com o da Apple. Essa é uma comparação errada porque sob a perspectiva de negócios Android e iOS não podem ser comparados.
O iOS, assim como o hardware do iPhone, iPod Touch e iPad são produtos que a Apple vende aos seus clientes e cobra por isso. Esse é o negócio da Apple. Na verdade, representam uma enorme fatia da receita e lucro da Apple, a de crescimento mais rápido e importante para o futuro da companhia.
Android por outro lado não é um produto que o Google vende para seus clientes e não faz dinheiro com ele. Android não é um negócio. O verdadeiro negócio do Google é a publicidade - impressionantes 99% da receita do Google são obtidos com a venda de anúncios.
Deixe-me deixar isso ainda mais claro com uma analogia. Donald Trump e o McDonald's, ambos compram terrenos, planejam e constroem. Donald Trump constrói para vender ou alugar. McDonad's constrói para vender fast food.
Nesta analogia a Apple é como Donal Trump. Tanto Apple como Trump investem em algo com o objetivo de vender no final. Google é como o McDonald's. Tanto Google como o McDonald's investem em algo para serem capazes de vender uma outra coisa.
Essas duas companhias são diferentes e aquilo que elas tornam "aberto" reflete exatamente essa diferença. Por exemplo, Trump é bastante cuidadoso com os detalhes envolvendo transações do mercado imobiliário, mas provavelmente ficará feliz em compartilhar informações sobre os detalhes da comida servida em um de seus campos de golfe. McDonald's por sua vez não guarda tanto sigilo a respeito de negociações imobiliárias mas é bastante cuidadoso ou "fechado" com relação aos segredos do preparo de seus molhos.
Em outras palavras, empresas são bastante restritivas, cheias de segredos e controladoras com relação a parte de seus negócios que lhes rende dinheiro.
E o Google é uma empresa como outra qualquer: "fechada" quando o assunto é o seu negócio principal.
AdWords e AdSense são produtos para o Google na mesma medida que o iOS e iPhone são produtos para a Apple.
Schmidt diz que o iOS "não é aberto" porque "você precisa usar as ferramentas de desenvolvimento, a plataforma, o hardware, o software da Apple e seu sistema de monetização e distribuição".
Mas para o Google AdWords você precisa usar as ferramentas do Google, a plataforma deles, o hardware deles, o código deles, o sistema de monetização e distribuição deles.
Desculpe Schmidt, mas isso não é ser aberto. O inverso sim.
Além disso, você tem que obter a aprovação do Google para usar suas palavras-chave. O Google bane do AdWords palavras relacionadas a medicamentos, hacking, redações acadêmicas e outras coisas que o Google decidiu que poluirá o ambiente do AdWords - exatamente como a Apple proíbe aplicativos com motivação equivalente.
Eric Schmidt utiliza o exemplo do Flash para demonstrar que o Google é aberto e a Apple é fechada. Esta não é uma comparação justa. Flash além de afetar a experiência do usuário compete com o modelo central de negócios da Apple, aquele que rende dinheiro para a companhia. E isso não ocorre com o do Google.
A Apple permitir o Flash operar no iOS é comparável ao Google deixar o código do adCenter exibir anúncios e permitir que o dinheiro fique com a Microsoft. O Google jamais deixaria isso acontecer.
Então, da próxima vez que o Google criticar a Apple por "não ser aberta" com relação ao seu "ganha pão", pergunte quando a turma de Montainview vai "proporcionar a abertura" do AdWords.
Traduzido e adaptado de How Google Is 'Closed', Just Like Apple, por Mike Elgan.
domingo, 24 de outubro de 2010
Criando atalhos com o FaceTime para Mac
Você sabia que dá para criar atalhos para os seus contatos do FaceTime diretamente no Desktop/Mesa (ou em qualquer outro lugar) do Mac?
O processo é bastante simples. Uma vez instalada a versão beta do FaceTime para Mac você pode iniciar uma chamada digitando:
facetime://appleid
facetime://endereço@email
facetime://telefone
Basta digitar as sentenças acima como URLs na barra de endereços do Safari.
É possível também selecionar o texto em qualquer campo de entrada e arrastá-lo para o Desktop/Mesa para criar uma URL nomeada por exemplo como endereço@email (que pode ser facilmente renomeada depois para ´Fulano de Tal´).
Basta um duplo clique e a URL lançará o FaceTime com endereço do contato selecionado e pronto para iniciar a chamada.
Você pode adicionar também estas URLs como campos personalizados de seus contatos e se quiser, dar a elas o nome ´FaceTime´para agilizar o processo de iniciar uma nova chamada.
Via: Mac OS X Hints
O processo é bastante simples. Uma vez instalada a versão beta do FaceTime para Mac você pode iniciar uma chamada digitando:
facetime://appleid
facetime://endereço@email
facetime://telefone
Basta digitar as sentenças acima como URLs na barra de endereços do Safari.
É possível também selecionar o texto em qualquer campo de entrada e arrastá-lo para o Desktop/Mesa para criar uma URL nomeada por exemplo como endereço@email (que pode ser facilmente renomeada depois para ´Fulano de Tal´).
Basta um duplo clique e a URL lançará o FaceTime com endereço do contato selecionado e pronto para iniciar a chamada.
Você pode adicionar também estas URLs como campos personalizados de seus contatos e se quiser, dar a elas o nome ´FaceTime´para agilizar o processo de iniciar uma nova chamada.
Via: Mac OS X Hints
terça-feira, 28 de setembro de 2010
FaceTime do iPhone 4 e a operadora Vivo. Uma solução para o problema
Todos sabem que o iPhone 4 foi lançado no Brasil no último dia 17 de setembro com alguma repercussão.
Infelizmente por aqui essa celebração, que acontece a cada novo smartphone da Apple lançado, não chega nem próximo da comoção que ela provoca em outras praças. Especialmente nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Mas eu não escrevo esse post para comentar sobre o lançamento do iPhone 4, o motivo é outro. Aqui eu vou ensinar como ativar o recurso FaceTime para os usuários da operadora Vivo que estão enfrentando problemas em utilizá-lo.
O FaceTime é um dos recursos mais legais disponíveis no iPhone 4 e permite a realização de videoconferências de iPhone 4 para iPhone 4 através de redes WiFi.
O FaceTime utiliza a rede da operadora apenas para estabelecer a conexão entre os dois iPhone 4. Após estabelecer o contato inicial a comunicação passa a ser realizada apenas através da rede WiFi onde os aparelhos estiverem conectados (você precisa de uma rede WiFi para utilizar o FaceTime), sem qualquer tarifação da operadora para os usuários independente do tempo de conversação.
Para usá-lo bastaria acessar Ajustes > Telefone e ativar o FaceTime. Ocorre que aqui no Brasil, nossas queridas operadoras de telefonia, parecem estar sempre de plantão, prontas para complicar as nossas vidas, não é mesmo?
A ativação do FaceTime se dá através do envio automático de uma mensagem SMS para um provedor de serviços na Inglaterra contratado pela Apple para essa finalidade. No Brasil todas as operadoras enfrentaram problemas para permitir que essa ativação ocorresse de maneira simples e transparente para o usuário, como havia sido planejado pela Apple.
Todas as operadoras no entanto já se manifestaram a respeito do problema, informando inclusive que não cobrarão pelo envio do SMS, exceto a Vivo que ainda não assumiu uma postura muito clara a respeito da ativação do FaceTime (ela apenas informa que resolverá o problema em tempo hábil).
Para piorar as coisas para os clientes da Vivo, ao sincronizar o iPhone 4 pela primeira vez com o iTunes, para a necessária ativação do aparelho (nada diretamente relacionado com o FaceTime), a Vivo baixa um arquivo de atualização de ajustes da operadora que simplesmente bloqueia a ativação do Face Time.
O arquivo em questão é um recurso plenamente legítimo e necessário para manter o iPhone atualizado para utilizar os recursos de qualquer operadora. Os arquivos de atualização deveriam conter apenas ajustes importantes para o correto funcionamento do seu telefone. No entanto, no caso da atualização disponibilizada pela Vivo, ocorre o bloqueio da possibilidade de envio da mensagem SMS necessária a ativação do Face Time para o iPhone 4.
E como eu já disse, a respeito disso a Vivo limita-se a informar que está trabalhando em uma solução para o problema.
Mas saiba que você não precisa esperar pela solução da Vivo para ter a solução.
Se você é cliente da operadora, comprou um iPhone 4 e deseja utilizar hoje mesmo o FaceTime existe uma solução bastante simples e segura para a ativação do FaceTime. E eu vou ensinar como fazer isso aqui:
Se você está lendo esse post e ainda não fez a primeira sincronização do iPhone 4 com o iTunes, ao iniciar a sincronização e receber a notificação sobre as atualizações da operadora, simplesmente as desconsidere (não permita a instalação) e siga com a sincronização normalmente.
Agora para ativar o Face Time basta acessar: Ajustes > Telefone e selecionar a ativação do Face Time. Se tudo correr bem, o recurso será ativado e permanecerá assim, sem nenhum problema (você pode desativá-lo e reativá-lo a qualquer tempo e a seu critério, bastando para isso virar a "chave" do software).
Mas se no seu caso você já sincronizou o iPhone 4 previamente com o computador utilizando o iTunes e instalou a atualização da operadora (atenção: ela que é responsável pelo bloqueio da ativação do Face Time), não se preocupe.
Parta ativar o FaceTime a essa altura primeiro você deve realizar um backup completo dos dados armazenados no seu iPhone 4 utilizando a sincronização do iTunes. Proceda com uma sincronização completa.
Após a sincronização desconecte o cabo USB do iPhone 4 e selecione: Ajustes > Geral > Redefinir. Agora toque na segunda opção, chamada "Apagar Todo o Conteúdo e Ajutes".
Pronto, seu iPhone 4 foi restaurado para as configurações de fábrica! Mas ainda não acabou.
Agora reconecte o cabo USB e proceda com uma sincronização do iTunes para ativar o telefone.
Atenção: quando solicitada a instalação da atualização de ajustes da operadora, recuse-a e siga em frente.
Após a sincronização, no iPhone 4 vá em Ajustes > Telefone e ative o FaceTime. A ativação deve ocorrer sem nenhum problema (e você pode mantê-la ativada ou desativá-la a qualquer tempo, bastando para isso virar a "chave" do software).
Para encerrar o processo, faça uma nova sincronização com o iTunes e desse vez permita a instalação das atualizações da operadora.
Como o serviço já está ativado, você não enfrentará qualquer problema para utilizar o FaceTime daqui por diante (a atualização da Vivo apenas bloqueia a ativação do FaceTime, não a sua utilização).
Não tenho certeza se a Vivo provocou esse transtorno todo a seus clientes que possuem o iPhone 4 apenas por barbeiragem.
O fato é que você não precisa ficar refém da equipe de suporte da operadora para utilizar o FaceTime no seu novíssimo e lindo iPhone 4, ainda hoje mesmo!
(atenção: não garanto que esse procedimento funcionará para todo mundo, siga o que descrevo aqui por sua conta e risco).
Atualização em 30/09/2010:
Ontem encerrou o prazo dado pela Vivo para solucionar o problema da ativação do FaceTime e a operadora parecer ter cumprido com a promessa. Alguém que estava enfrentando o problema, e não conseguiu solucioná-lo mesmo com a dica aqui do blog, pode confirmar a normalização informada pela Vivo?
Atualização em 01/10/2010:
Continuam os relatos sobre problemas com a ativação do FaceTime através das operadoras brasileiras. Leia mais sobre o assunto no post "Diversos usuários continuam sem conseguir ativar FaceTime em iPhones 4 comprados no Brasil" do blog MacMagazine.
Dica de App em 20/11/2010:
Curtiu o Apple FaceTime? Experimente então o Tango, com ele é possível utilizar além do WiFi, também a rede 3G para vídeo chamadas.
Infelizmente por aqui essa celebração, que acontece a cada novo smartphone da Apple lançado, não chega nem próximo da comoção que ela provoca em outras praças. Especialmente nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Mas eu não escrevo esse post para comentar sobre o lançamento do iPhone 4, o motivo é outro. Aqui eu vou ensinar como ativar o recurso FaceTime para os usuários da operadora Vivo que estão enfrentando problemas em utilizá-lo.
O FaceTime é um dos recursos mais legais disponíveis no iPhone 4 e permite a realização de videoconferências de iPhone 4 para iPhone 4 através de redes WiFi.
O FaceTime utiliza a rede da operadora apenas para estabelecer a conexão entre os dois iPhone 4. Após estabelecer o contato inicial a comunicação passa a ser realizada apenas através da rede WiFi onde os aparelhos estiverem conectados (você precisa de uma rede WiFi para utilizar o FaceTime), sem qualquer tarifação da operadora para os usuários independente do tempo de conversação.
Para usá-lo bastaria acessar Ajustes > Telefone e ativar o FaceTime. Ocorre que aqui no Brasil, nossas queridas operadoras de telefonia, parecem estar sempre de plantão, prontas para complicar as nossas vidas, não é mesmo?
A ativação do FaceTime se dá através do envio automático de uma mensagem SMS para um provedor de serviços na Inglaterra contratado pela Apple para essa finalidade. No Brasil todas as operadoras enfrentaram problemas para permitir que essa ativação ocorresse de maneira simples e transparente para o usuário, como havia sido planejado pela Apple.
Todas as operadoras no entanto já se manifestaram a respeito do problema, informando inclusive que não cobrarão pelo envio do SMS, exceto a Vivo que ainda não assumiu uma postura muito clara a respeito da ativação do FaceTime (ela apenas informa que resolverá o problema em tempo hábil).
Para piorar as coisas para os clientes da Vivo, ao sincronizar o iPhone 4 pela primeira vez com o iTunes, para a necessária ativação do aparelho (nada diretamente relacionado com o FaceTime), a Vivo baixa um arquivo de atualização de ajustes da operadora que simplesmente bloqueia a ativação do Face Time.
O arquivo em questão é um recurso plenamente legítimo e necessário para manter o iPhone atualizado para utilizar os recursos de qualquer operadora. Os arquivos de atualização deveriam conter apenas ajustes importantes para o correto funcionamento do seu telefone. No entanto, no caso da atualização disponibilizada pela Vivo, ocorre o bloqueio da possibilidade de envio da mensagem SMS necessária a ativação do Face Time para o iPhone 4.
E como eu já disse, a respeito disso a Vivo limita-se a informar que está trabalhando em uma solução para o problema.
Mas saiba que você não precisa esperar pela solução da Vivo para ter a solução.
Se você é cliente da operadora, comprou um iPhone 4 e deseja utilizar hoje mesmo o FaceTime existe uma solução bastante simples e segura para a ativação do FaceTime. E eu vou ensinar como fazer isso aqui:
Se você está lendo esse post e ainda não fez a primeira sincronização do iPhone 4 com o iTunes, ao iniciar a sincronização e receber a notificação sobre as atualizações da operadora, simplesmente as desconsidere (não permita a instalação) e siga com a sincronização normalmente.
Agora para ativar o Face Time basta acessar: Ajustes > Telefone e selecionar a ativação do Face Time. Se tudo correr bem, o recurso será ativado e permanecerá assim, sem nenhum problema (você pode desativá-lo e reativá-lo a qualquer tempo e a seu critério, bastando para isso virar a "chave" do software).
Mas se no seu caso você já sincronizou o iPhone 4 previamente com o computador utilizando o iTunes e instalou a atualização da operadora (atenção: ela que é responsável pelo bloqueio da ativação do Face Time), não se preocupe.
Parta ativar o FaceTime a essa altura primeiro você deve realizar um backup completo dos dados armazenados no seu iPhone 4 utilizando a sincronização do iTunes. Proceda com uma sincronização completa.
Após a sincronização desconecte o cabo USB do iPhone 4 e selecione: Ajustes > Geral > Redefinir. Agora toque na segunda opção, chamada "Apagar Todo o Conteúdo e Ajutes".
Pronto, seu iPhone 4 foi restaurado para as configurações de fábrica! Mas ainda não acabou.
Agora reconecte o cabo USB e proceda com uma sincronização do iTunes para ativar o telefone.
Atenção: quando solicitada a instalação da atualização de ajustes da operadora, recuse-a e siga em frente.
Após a sincronização, no iPhone 4 vá em Ajustes > Telefone e ative o FaceTime. A ativação deve ocorrer sem nenhum problema (e você pode mantê-la ativada ou desativá-la a qualquer tempo, bastando para isso virar a "chave" do software).
Para encerrar o processo, faça uma nova sincronização com o iTunes e desse vez permita a instalação das atualizações da operadora.
Como o serviço já está ativado, você não enfrentará qualquer problema para utilizar o FaceTime daqui por diante (a atualização da Vivo apenas bloqueia a ativação do FaceTime, não a sua utilização).
Não tenho certeza se a Vivo provocou esse transtorno todo a seus clientes que possuem o iPhone 4 apenas por barbeiragem.
O fato é que você não precisa ficar refém da equipe de suporte da operadora para utilizar o FaceTime no seu novíssimo e lindo iPhone 4, ainda hoje mesmo!
(atenção: não garanto que esse procedimento funcionará para todo mundo, siga o que descrevo aqui por sua conta e risco).
Atualização em 30/09/2010:
Ontem encerrou o prazo dado pela Vivo para solucionar o problema da ativação do FaceTime e a operadora parecer ter cumprido com a promessa. Alguém que estava enfrentando o problema, e não conseguiu solucioná-lo mesmo com a dica aqui do blog, pode confirmar a normalização informada pela Vivo?
Atualização em 01/10/2010:
Continuam os relatos sobre problemas com a ativação do FaceTime através das operadoras brasileiras. Leia mais sobre o assunto no post "Diversos usuários continuam sem conseguir ativar FaceTime em iPhones 4 comprados no Brasil" do blog MacMagazine.
Dica de App em 20/11/2010:
Curtiu o Apple FaceTime? Experimente então o Tango, com ele é possível utilizar além do WiFi, também a rede 3G para vídeo chamadas.
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