terça-feira, 28 de setembro de 2010
FaceTime do iPhone 4 e a operadora Vivo. Uma solução para o problema
Infelizmente por aqui essa celebração, que acontece a cada novo smartphone da Apple lançado, não chega nem próximo da comoção que ela provoca em outras praças. Especialmente nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
Mas eu não escrevo esse post para comentar sobre o lançamento do iPhone 4, o motivo é outro. Aqui eu vou ensinar como ativar o recurso FaceTime para os usuários da operadora Vivo que estão enfrentando problemas em utilizá-lo.
O FaceTime é um dos recursos mais legais disponíveis no iPhone 4 e permite a realização de videoconferências de iPhone 4 para iPhone 4 através de redes WiFi.
O FaceTime utiliza a rede da operadora apenas para estabelecer a conexão entre os dois iPhone 4. Após estabelecer o contato inicial a comunicação passa a ser realizada apenas através da rede WiFi onde os aparelhos estiverem conectados (você precisa de uma rede WiFi para utilizar o FaceTime), sem qualquer tarifação da operadora para os usuários independente do tempo de conversação.
Para usá-lo bastaria acessar Ajustes > Telefone e ativar o FaceTime. Ocorre que aqui no Brasil, nossas queridas operadoras de telefonia, parecem estar sempre de plantão, prontas para complicar as nossas vidas, não é mesmo?
A ativação do FaceTime se dá através do envio automático de uma mensagem SMS para um provedor de serviços na Inglaterra contratado pela Apple para essa finalidade. No Brasil todas as operadoras enfrentaram problemas para permitir que essa ativação ocorresse de maneira simples e transparente para o usuário, como havia sido planejado pela Apple.
Todas as operadoras no entanto já se manifestaram a respeito do problema, informando inclusive que não cobrarão pelo envio do SMS, exceto a Vivo que ainda não assumiu uma postura muito clara a respeito da ativação do FaceTime (ela apenas informa que resolverá o problema em tempo hábil).
Para piorar as coisas para os clientes da Vivo, ao sincronizar o iPhone 4 pela primeira vez com o iTunes, para a necessária ativação do aparelho (nada diretamente relacionado com o FaceTime), a Vivo baixa um arquivo de atualização de ajustes da operadora que simplesmente bloqueia a ativação do Face Time.
O arquivo em questão é um recurso plenamente legítimo e necessário para manter o iPhone atualizado para utilizar os recursos de qualquer operadora. Os arquivos de atualização deveriam conter apenas ajustes importantes para o correto funcionamento do seu telefone. No entanto, no caso da atualização disponibilizada pela Vivo, ocorre o bloqueio da possibilidade de envio da mensagem SMS necessária a ativação do Face Time para o iPhone 4.
E como eu já disse, a respeito disso a Vivo limita-se a informar que está trabalhando em uma solução para o problema.
Mas saiba que você não precisa esperar pela solução da Vivo para ter a solução.
Se você é cliente da operadora, comprou um iPhone 4 e deseja utilizar hoje mesmo o FaceTime existe uma solução bastante simples e segura para a ativação do FaceTime. E eu vou ensinar como fazer isso aqui:
Se você está lendo esse post e ainda não fez a primeira sincronização do iPhone 4 com o iTunes, ao iniciar a sincronização e receber a notificação sobre as atualizações da operadora, simplesmente as desconsidere (não permita a instalação) e siga com a sincronização normalmente.
Agora para ativar o Face Time basta acessar: Ajustes > Telefone e selecionar a ativação do Face Time. Se tudo correr bem, o recurso será ativado e permanecerá assim, sem nenhum problema (você pode desativá-lo e reativá-lo a qualquer tempo e a seu critério, bastando para isso virar a "chave" do software).
Mas se no seu caso você já sincronizou o iPhone 4 previamente com o computador utilizando o iTunes e instalou a atualização da operadora (atenção: ela que é responsável pelo bloqueio da ativação do Face Time), não se preocupe.
Parta ativar o FaceTime a essa altura primeiro você deve realizar um backup completo dos dados armazenados no seu iPhone 4 utilizando a sincronização do iTunes. Proceda com uma sincronização completa.
Após a sincronização desconecte o cabo USB do iPhone 4 e selecione: Ajustes > Geral > Redefinir. Agora toque na segunda opção, chamada "Apagar Todo o Conteúdo e Ajutes".
Pronto, seu iPhone 4 foi restaurado para as configurações de fábrica! Mas ainda não acabou.
Agora reconecte o cabo USB e proceda com uma sincronização do iTunes para ativar o telefone.
Atenção: quando solicitada a instalação da atualização de ajustes da operadora, recuse-a e siga em frente.
Após a sincronização, no iPhone 4 vá em Ajustes > Telefone e ative o FaceTime. A ativação deve ocorrer sem nenhum problema (e você pode mantê-la ativada ou desativá-la a qualquer tempo, bastando para isso virar a "chave" do software).
Para encerrar o processo, faça uma nova sincronização com o iTunes e desse vez permita a instalação das atualizações da operadora.
Como o serviço já está ativado, você não enfrentará qualquer problema para utilizar o FaceTime daqui por diante (a atualização da Vivo apenas bloqueia a ativação do FaceTime, não a sua utilização).
Não tenho certeza se a Vivo provocou esse transtorno todo a seus clientes que possuem o iPhone 4 apenas por barbeiragem.
O fato é que você não precisa ficar refém da equipe de suporte da operadora para utilizar o FaceTime no seu novíssimo e lindo iPhone 4, ainda hoje mesmo!
(atenção: não garanto que esse procedimento funcionará para todo mundo, siga o que descrevo aqui por sua conta e risco).
Atualização em 30/09/2010:
Ontem encerrou o prazo dado pela Vivo para solucionar o problema da ativação do FaceTime e a operadora parecer ter cumprido com a promessa. Alguém que estava enfrentando o problema, e não conseguiu solucioná-lo mesmo com a dica aqui do blog, pode confirmar a normalização informada pela Vivo?
Atualização em 01/10/2010:
Continuam os relatos sobre problemas com a ativação do FaceTime através das operadoras brasileiras. Leia mais sobre o assunto no post "Diversos usuários continuam sem conseguir ativar FaceTime em iPhones 4 comprados no Brasil" do blog MacMagazine.
Dica de App em 20/11/2010:
Curtiu o Apple FaceTime? Experimente então o Tango, com ele é possível utilizar além do WiFi, também a rede 3G para vídeo chamadas.
sábado, 14 de agosto de 2010
iOS como plataforma séria para games
Assista a essa demonstração de John Carmack durante o keynote da QuakeCon:
John Carmack shows 'Rage' 60 fps game engine on iPhone 4 - Apple Insider
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Apple convoca conferência sobre o iPhone 4 para a próxima sexta-feira
O evento ocorrerá no Campus da empresa, em Cupertino, California, às 14h (horário de Brasília).
Maiores detalhes não estão disponíveis, também não existe qualquer confirmação sobre a presença de Steve Jobs. O anúncio apenas informa que o assunto a ser tratado refere-se ao iPhone 4.
Dada a enorme repercussão negativa que os problemas com recepção de sinal da antena do iPhone 4 vêm causando (que inclusive fizeram cair o valor das ações da empresa), especula-se que a Apple anunciará uma correção ou fornecerá os detalhes de um plano para superar a crise.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Apple publica comunicado oficial sobre os problemas de recepção com o iPhone 4
Segundo a empresa o problema estaria relacionado com um erro na fórmula adotada para o cálculo da intensidade do sinal exibido na tela do iPhone 4. Por conta desse suposto erro de cálculo as barras que exibem a intensidade do sinal não se comportam como deveriam, exibindo mais intensidade do sinal em locais onde, de fato, o sinal não seria tão bom assim.
A correção para isso, segunda a Apple, virá na forma de uma atualização de software a ser liberada nas próximas semanas. E como a mesma fórmula é utilizada desde o lançamento do primeiro iPhone, trata-se de uma atualização a ser aplicada em aparelhos de todas as gerações do iPhone.
Na minha opinião essa explicação além de pouco precisa também deixa de fora alguns aspectos importantes, o problema informado pelos usuários não se limita a um simples feedback de interface. Parecem ocorrer nitidamente problemas de performance no acesso à Internet e até a queda das ligações quando as mãos do usuário tocam especificamente a faixa preta na lateral esquerda inferior do iPhone 4 (onde fica a separação entre as antenas Bluetooth/GPS/WiFi e GSM/UMTS).
Outra questão importante é, por que somente agora com o lançamento do iPhone 4 esse problema ficou tão aparente? Tudo leva a crer que sim, pode existir de fato uma falha no projeto do posicionamento e funcionamento das antenas no aparelho.
Bem, muito se tem especulado a respeito. Eu recomendo a leitura dos seguintes textos sobre o assunto:
- Apple sued over iPhone 4 reception issues - Apple Insider
- Apple posts five new job listings for antenna engineers - Apple Insider
- Wireless experts weigh in on iPhone 4 reception issues - Apple Insider
- Apple says any mobile phone has reception issues when held wrong - Apple Insider
- Putting hard numbers to the iPhone 4 antenna issue - Ars Technica
- Apple says iPhone 4 algorithm is to blame, not antenna - Ars Technica
Agora resta aguardar a liberação da tal atualização para conferir se a Apple realmente tem razão.
domingo, 27 de junho de 2010
Almanaque Anos 80 para iPhone
Almanaque Anos 80 (na iTunes Store)
Tem um iPhone ou iPad? Os dois? Então o que você está esperando?
O Alamaque anos 80 é um software desenvolvido pelo nosso colega, o programador brazuca Eduardo Baião.
Dá uma passada no blog do cara.
sábado, 26 de junho de 2010
Problema com a recepção de sinal do iPhone 4: a culpa pode ser do novo SO.
A atualização poderia ser lançada já no começo da próxima semana e contendo ajustes na baseband.
(via: Apple Insider)
Os problemas com o novo iPhone 4
Mas o que realmente causou frisson nos fanáticos por tecnologia e fanboys da Apple foram os rumores e vídeos que circularam pela Internet alardeando sobre o problema de recepção de sinal da operadora AT&T (nos EU) com o novo iPhone 4.
Problema possivelmente relacionado com a nova antena do iPhone 4. O fenômeno já possui até nome: “iPhone Death Grip” (leia sobre isso no artigo do David Pogue, para o NYT).
Então aproveitando a deixa permitam-me tecer um pequeno rol de especulações a esse respeito.
E fiquem agora com a minha teoria da conspiração:
1) A Apple já conhecia o problema antes do lançamento (uma deficiência do projeto?) e por isso fez as tais bumpers como uma forma de cancelar a falha enquanto ganha tempo para construir uma solução definitiva envolvendo hardware e software atualizados.
2) O problema com a nova antena pode comprometer não apenas a recepção do sinal da operadora, prejudicando também o funcionamento do WiFi e do GPS.
3) Quem sabe o problema não tem relação indireta com a falha na rede que ocorreu durante a apresentação do iPhone 4 na WWDC (especialistas não descartam problemas de drivers ou firmware).
4) O vazamento dos protótipos e partes do iPhone 4 antes do lançamento pode ter acelerado perigosamente o processo de liberação a ponto de prejudicar a qualidade do produto.
Comentário: A demanda explosiva tanto por iPhones 4 quanto por iPads somada ao desejo da direção da Apple de surfar essa maré favorável podem estar exercendo uma pressão exagerada sobre as linhas de montagem (já surgiram problemas com as telas e com os botões de volume do iPhone 4).
Mas é claro, sempre é possível que todos esses problemas possam ter uma explicação muito mais simples:
Acontece que os engenheiros de testes da Apple estavam tão ocupados se embebedando que esqueceram não apenas o que deveria ser feito como também do próprio telefone em algum bar das cercanias.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
iPhone 4
Pela primeira vez a Apple coloca no mercado um iPhone com recursos suficientes para fazer corar de inveja qualquer concorrente.
Não ficou faltando praticamente nada! Muito pelo contrário.
Recursos como o Retina Display, a captura e edição de vídeo em High Definition (720p), assim como a vídeo conferência (com a possibilidade de seleção em tempo real do envio de imagens tanto da câmera frontal como da câmera na traseira do aparelho) certamente darão bastante trabalho por meses a fio aos engenheiros da concorrência.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
A resposta da Adobe para a carta aberta de Steve Jobs sobre o Flash
Não tardou para a Adobe fornecer uma resposta aos argumentos de Steve Jobs contrários ao Flash e ela veio nas palavras do próprio CEO da companhia, Shantanu Narayen, em entrevista para o Wall Street Journal.
Mas se você ainda não compreendeu o por quê de tanto barulho em torno da recusa de Steve em adotar o Flash é porque você provavelmente também não percebeu que a Apple encontra-se em posição privilegiada para ditar tendências na adoção de tecnologias em dispositivos móveis, mais do que qualquer outra companhia na atualidade.
Isso me parece mais do que suficiente para deixar o CEO da Adobe preocupado com a possibilidade de grandes prejuízos caso designers decidam realmente abandonar o Flash para utilizar novas tecnologias abertas e livres do controle da empresa, como é o caso do HTML5.
Creio que Narayen sabe muito bem com quem está lidando, nada mais nada menos que Steve Jobs. E isso com toda certeza deve estar lhe tirando o sono.
Pobre Adobe, pobre Narayen.
Por que não adotar Flash para iPod, iPhone e iPad na opinião de Steve Jobs
Thoughts on Flash
Apple has a long relationship with Adobe. In fact, we met Adobe’s founders when they were in their proverbial garage. Apple was their first big customer, adopting their Postscript language for our new Laserwriter printer. Apple invested in Adobe and owned around 20% of the company for many years. The two companies worked closely together to pioneer desktop publishing and there were many good times. Since that golden era, the companies have grown apart. Apple went through its near death experience, and Adobe was drawn to the corporate market with their Acrobat products. Today the two companies still work together to serve their joint creative customers – Mac users buy around half of Adobe’s Creative Suite products – but beyond that there are few joint interests.
I wanted to jot down some of our thoughts on Adobe’s Flash products so that customers and critics may better understand why we do not allow Flash on iPhones, iPods and iPads. Adobe has characterized our decision as being primarily business driven – they say we want to protect our App Store – but in reality it is based on technology issues. Adobe claims that we are a closed system, and that Flash is open, but in fact the opposite is true. Let me explain.
First, there’s “Open”.
Adobe’s Flash products are 100% proprietary. They are only available from Adobe, and Adobe has sole authority as to their future enhancement, pricing, etc. While Adobe’s Flash products are widely available, this does not mean they are open, since they are controlled entirely by Adobe and available only from Adobe. By almost any definition, Flash is a closed system.
Apple has many proprietary products too. Though the operating system for the iPhone, iPod and iPad is proprietary, we strongly believe that all standards pertaining to the web should be open. Rather than use Flash, Apple has adopted HTML5, CSS and JavaScript – all open standards. Apple’s mobile devices all ship with high performance, low power implementations of these open standards. HTML5, the new web standard that has been adopted by Apple, Google and many others, lets web developers create advanced graphics, typography, animations and transitions without relying on third party browser plug-ins (like Flash). HTML5 is completely open and controlled by a standards committee, of which Apple is a member.
Apple even creates open standards for the web. For example, Apple began with a small open source project and created WebKit, a complete open-source HTML5 rendering engine that is the heart of the Safari web browser used in all our products. WebKit has been widely adopted. Google uses it for Android’s browser, Palm uses it, Nokia uses it, and RIM (Blackberry) has announced they will use it too. Almost every smartphone web browser other than Microsoft’s uses WebKit. By making its WebKit technology open, Apple has set the standard for mobile web browsers.
Second, there’s the “full web”.
Adobe has repeatedly said that Apple mobile devices cannot access “the full web” because 75% of video on the web is in Flash. What they don’t say is that almost all this video is also available in a more modern format, H.264, and viewable on iPhones, iPods and iPads. YouTube, with an estimated 40% of the web’s video, shines in an app bundled on all Apple mobile devices, with the iPad offering perhaps the best YouTube discovery and viewing experience ever. Add to this video from Vimeo, Netflix, Facebook, ABC, CBS, CNN, MSNBC, Fox News, ESPN, NPR, Time, The New York Times, The Wall Street Journal, Sports Illustrated, People, National Geographic, and many, many others. iPhone, iPod and iPad users aren’t missing much video.
Another Adobe claim is that Apple devices cannot play Flash games. This is true. Fortunately, there are over 50,000 games and entertainment titles on the App Store, and many of them are free. There are more games and entertainment titles available for iPhone, iPod and iPad than for any other platform in the world.
Third, there’s reliability, security and performance.
Symantec recently highlighted Flash for having one of the worst security records in 2009. We also know first hand that Flash is the number one reason Macs crash. We have been working with Adobe to fix these problems, but they have persisted for several years now. We don’t want to reduce the reliability and security of our iPhones, iPods and iPads by adding Flash.
In addition, Flash has not performed well on mobile devices. We have routinely asked Adobe to show us Flash performing well on a mobile device, any mobile device, for a few years now. We have never seen it. Adobe publicly said that Flash would ship on a smartphone in early 2009, then the second half of 2009, then the first half of 2010, and now they say the second half of 2010. We think it will eventually ship, but we’re glad we didn’t hold our breath. Who knows how it will perform?
Fourth, there’s battery life.
To achieve long battery life when playing video, mobile devices must decode the video in hardware; decoding it in software uses too much power. Many of the chips used in modern mobile devices contain a decoder called H.264 – an industry standard that is used in every Blu-ray DVD player and has been adopted by Apple, Google (YouTube), Vimeo, Netflix and many other companies.
Although Flash has recently added support for H.264, the video on almost all Flash websites currently requires an older generation decoder that is not implemented in mobile chips and must be run in software. The difference is striking: on an iPhone, for example, H.264 videos play for up to 10 hours, while videos decoded in software play for less than 5 hours before the battery is fully drained.
When websites re-encode their videos using H.264, they can offer them without using Flash at all. They play perfectly in browsers like Apple’s Safari and Google’s Chrome without any plugins whatsoever, and look great on iPhones, iPods and iPads.
Fifth, there’s Touch.
Flash was designed for PCs using mice, not for touch screens using fingers. For example, many Flash websites rely on “rollovers”, which pop up menus or other elements when the mouse arrow hovers over a specific spot. Apple’s revolutionary multi-touch interface doesn’t use a mouse, and there is no concept of a rollover. Most Flash websites will need to be rewritten to support touch-based devices. If developers need to rewrite their Flash websites, why not use modern technologies like HTML5, CSS and JavaScript?
Even if iPhones, iPods and iPads ran Flash, it would not solve the problem that most Flash websites need to be rewritten to support touch-based devices.
Sixth, the most important reason.
Besides the fact that Flash is closed and proprietary, has major technical drawbacks, and doesn’t support touch based devices, there is an even more important reason we do not allow Flash on iPhones, iPods and iPads. We have discussed the downsides of using Flash to play video and interactive content from websites, but Adobe also wants developers to adopt Flash to create apps that run on our mobile devices.
We know from painful experience that letting a third party layer of software come between the platform and the developer ultimately results in sub-standard apps and hinders the enhancement and progress of the platform. If developers grow dependent on third party development libraries and tools, they can only take advantage of platform enhancements if and when the third party chooses to adopt the new features. We cannot be at the mercy of a third party deciding if and when they will make our enhancements available to our developers.
This becomes even worse if the third party is supplying a cross platform development tool. The third party may not adopt enhancements from one platform unless they are available on all of their supported platforms. Hence developers only have access to the lowest common denominator set of features. Again, we cannot accept an outcome where developers are blocked from using our innovations and enhancements because they are not available on our competitor’s platforms.
Flash is a cross platform development tool. It is not Adobe’s goal to help developers write the best iPhone, iPod and iPad apps. It is their goal to help developers write cross platform apps. And Adobe has been painfully slow to adopt enhancements to Apple’s platforms. For example, although Mac OS X has been shipping for almost 10 years now, Adobe just adopted it fully (Cocoa) two weeks ago when they shipped CS5. Adobe was the last major third party developer to fully adopt Mac OS X.
Our motivation is simple – we want to provide the most advanced and innovative platform to our developers, and we want them to stand directly on the shoulders of this platform and create the best apps the world has ever seen. We want to continually enhance the platform so developers can create even more amazing, powerful, fun and useful applications. Everyone wins – we sell more devices because we have the best apps, developers reach a wider and wider audience and customer base, and users are continually delighted by the best and broadest selection of apps on any platform.
Conclusions.
Flash was created during the PC era – for PCs and mice. Flash is a successful business for Adobe, and we can understand why they want to push it beyond PCs. But the mobile era is about low power devices, touch interfaces and open web standards – all areas where Flash falls short.
The avalanche of media outlets offering their content for Apple’s mobile devices demonstrates that Flash is no longer necessary to watch video or consume any kind of web content. And the 200,000 apps on Apple’s App Store proves that Flash isn’t necessary for tens of thousands of developers to create graphically rich applications, including games.
New open standards created in the mobile era, such as HTML5, will win on mobile devices (and PCs too). Perhaps Adobe should focus more on creating great HTML5 tools for the future, and less on criticizing Apple for leaving the past behind.Steve Jobs
April, 2010
O que mais eu posso dizer? Só que Steve é o cara!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Opera Mini 5 no iPhone
Atualização em 13/04:
Experimentei o Opera Mini 5 no iPhone e apesar de algumas características interessantes, o carro chefe é mesmo a carga de páginas realmente rápida mesmo utilizando uma conexão Edge ou 3G (o conteúdo requisitado pelo navegador é enviado através dos servidores do Opera, que realizam a compressão deste antes de baixá-lo para o iPhone), acho que no final do dia você ainda vai preferir ficar com o Safari.
Suspeito inclusive que contribuiu para o processo de aprovação do Opera Mini 5 o fato de que tecnicamente ele ainda não representa uma ameaça a supremacia do Safari na plataforma da Apple.
Recomendo que você leia também uma ótima e bastante precisa análise publicada no AppleInsider: First look: Opera Mini for iPhone
domingo, 21 de março de 2010
iPhone na rede 4G da Sprint
Babem para o serviço 4G da Sprint com "personal hotspot" WiFi. Usando ele dá para ligar qualquer coisa WiFi capable à rede 4G da Sprint, não apenas o iPhone (apesar do apelo comercial óbvio).
Por aqui estejamos conformados com o 3G meia-boca das operadoras brasileiras e com o fóssil de 1Mbps que jocosamente atende pelo nome de Oi Velox.
[via TUAW]
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Porque faz sentido a decisão de não suportar Flash no iPhone/iPod/iPad
Em lugar de promover um formato fechado e inadequado para utilização em dispositivos móveis faz muito mais sentido apoiar a adoção e desenvolvimento de padrões abertos como o HTML5.
Dica de leitura: Inside Apple's iPad: Adobe Flash - AppleInsider
sábado, 7 de novembro de 2009
A década de Steve Jobs
É por essas realizações sem precedentes que o CEO da Apple, Inc. acaba de receber da revista Fortune o título de CEO da Década.
[Via The decade of Steve, Fortune]
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A realidade aumentada do Bradesco no iPhone 3G S
O banco Bradesco saiu na frente ao lançar uma das primeiras aplicações brasileiras (talvez a primeira) que faz uso da tecnologia no iPhone 3G S.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Push para Gmail no iPhone
Push Gmail for iPhone and Windows Mobile (Gmail Blog)
Para instruções de configuração visite: http://m.google.com/sync
sábado, 8 de agosto de 2009
Apenas mais uma pedra colocada pela Apple no curso do rio
"...Google says it is readying a replacement for the Google Voice app that will offer exactly the same features as the rejected app—except that it will take the form of a specialized, iPhone-shaped Web page. For all intents and purposes, it will behave exactly the same as the app would have; you can even install it as an icon on your Home screen."
(David Pogue / NYT)
Leia também:
Google Voice to be retooled as Web app for iPhone (Erica Ogg / CNET News)
domingo, 7 de junho de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
'Safari Charlie' encontra possível brecha no software do iPhone
Diferente das versões anteriores, a versão do firmware atual não permite a execução de código de shell em um iPhone não modificado ('jailbroken'), por razões óbvias de segurança. No entanto Miller diz que encontrou uma maneira de enganar a proteção existente para executar código que habilitaria o recurso. Depois disso seria possível a execução de qualquer coisa, à escolha do freguês.
No entanto para que a exploração seja viávvel ainda é necessário encontrar uma brecha de segurança em algum software embarcado no iPhone que permita a execução do código malicioso para habilitar o recurso, coisa que Miller ainda não sabe como realizar.
Entre os feitos de Charlie Miller estão a descoberta da primeira falha de segurança no iPhone e as explorações de segurança no browser Safari para Mac nos concursos Pwn2Own.
Leia mais sobre o assunto em:
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
À espera de um milagre
Ao que tudo indica trata-se na verdade de uma nova plataforma de dispositivos móveis e serviços. Ela seria composta por dispositivos especializados, adequados ao perfil específico de diversos tipos de usuários, segundo especula-se.
E realmente existem alguns bons indícios de que a Palm está desenvolvendo a tal plataforma, dentre eles a contratação de 150 engenheiros. Na equipe profissionais como Jeff Devine, ex-alto executivo da área de operações da Nokia e Way Ting, o guru dos sistemas operacionais na Silicon Graphics. Também faz parte do time Dan Walker, ex-Apple (chief talent officer na companhia de Steve Jobs, no período de 2000 a 2004), hoje responsável pelo recrutamento de talentes na Palm.
Só espero que a empresa consiga produzir algo realmente extraordinário como fez anos atrás ao criar a família Palm a partir do Palm Pilot original (da US Robotics). Como fã assumido da Palm eu não suportaria de ver outros fiascos no estilo dos recentes LifeDrive e Foleo.
Referências: BusinessWeek / Ars Technica